Selos Beneficentes ajudam crianças carentes

O Canadá, país que parece não sofrer de preguiça mental, lançou no último dia 26 de setembro, 2 novos selos semi-postais com o objetivo de angariar fundos para a Community Foundation of Canada Post que auxilia crianças carentes.

Os selos são auto-adesivos, com valor permanente e correspondente à taxa P, que atualmente corresponde à tarifa para o correio interno de 85 cents, com um adicional de 10 cents. Graficamente, isto é representado no ângulo superior esquerdo com um P+10. A cada venda de uma caderneta com 10 selos (9,50 dólares canadenses), 1 dólar será doado para uma ampla gama de programas sociais. Desde 2012, os clientes do correio canadense já doaram 6 milhões de dólares para 396 projetos comunitários.

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A primeira vez que este país emitiu um selo semi-postal (conhecido aqui como beneficente) foi em 1974/76, quando a série catalogado no Scott como B1  a B12, ajudou a financiar as Olimpíadas de Montreal. Em 1996 foi emitido um selo, catalogado como B13, para apoiar programas de alfabetização. De 2008 a 2011 o correio canadense emitiu uma série (do B14 ao B18) para levantar fundos para portadores de transtornos mentais. Os 2 selos recém-lançados e ilustrados pelo designer Andrew Lewis, retratam uma simples ave, estilizada, que prepara-se para levantar vôo com a ajuda de amigos.  Existem 2 fundos, um na cor azul e outro na cor verde dispostos no formato 2×5.  

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Os selos medem 32×32 mm, foram impressos em offset a 7 cores pela Lowe-Martin. Tiragem: 1.500.000 de unidades, o que corresponde a 150 mil cadernetas.

Marcos Boaventura

É formado em Psicologia pela PUC-MG. Possui Pós-Graduação em Metodologia do Ensino Superior, Docência do Ensino Superior, Psicologia do Trânsito e Acupuntura. Marcos começou a colecionar selos por influência de seu pai. É discípulo do filatelista Álvaro de Carvalho. Boaventura é jornalista filatélico, tendo atuado como secretário da ABRAJOF (Nº 266) e Diretor de Eventos da Câmara Brasileira de Filatelia (CBF). Participou da Comissão Organizadora nas exposições: DIAMANTINA-1993, INTERCLUBES-1994, VILA RICA-2005 e BH-100. Atuou como comissário em várias exposições nacionais. Obteve medalha de prata grande na PHILEXFRANCE-1989 e medalha de vermeil grande na BH-100. É Suplentes do Conselho Fiscal da atual diretoria da Febraf.

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